Voltei a praticar yoga. E foi a melhor coisa que fiz nos últimos tempos. Desde um simples ásana que me ajuda a baixar a frequência cardíaca quando entro na Zara ou quando arregalo minhas longas pestanas nas páginas da revista Joyce Pascovich à melhora gradual da minha flexibilidade. Outro dia conversei com uma moça que falava em tom baixo, pausado, com ideias articuladas e palavras bem postas. Pensei... Tem momentos do meu dia que eu queria muito ser como ela. Não falar rápido, ouvir as pessoas com atenção, pensar, responder. Mas minha natureza é inquieta demais. Então busco o equilíbrio na yoga. Um dia chego lá. Namastê.







